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Thu, 09 Dec 2021
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Campeonato Open Velocidade
 
 
Entrevista com Luís Carreira

14 pontos eram a vantagem que Luís Carreira levava sobre o segundo classificado do Campeonato Open de Velocidade para a última prova.

Esta foi a diferença que tornou o COV emocionante até à última curva, já que um lugar abaixo dos cinco primeiros deitaria tudo a perder. Para o piloto da Benimoto esta vantagem não traduziu a vitória até ver a bandeira de xadrez.

O campeão em título, que já nos habituou a excelentes exibições de velocidade em motociclismo, relata ainda que pretende continuar a apostar na sua carreira como piloto e que a internacionalização faz parte dos seus objectivos.

TudoSobreRodas: Que balanço faz deste campeonato?
Luís Carreira: O balanço não podia ser mais positivo. Recuperei novamente o número 1 para a minha mota, desta vez aos comandos de uma Suzuki e pelas cores da Benimoto. Foi um campeonato muito forte a nível de andamento por parte dos pilotos, prova disso foram as novas marcas alcançadas nas principais categorias do COV.
TSR: A uma prova do final do campeonato estava a 14 pontos do José Leite, uma diferença razoavelmente confortável para um piloto tão consistente como o Luís Carreira. Em algum momento temeu que algo pudesse retirar-lhe a vitória, ou foi para Braga III certo de que o campeonato já era seu?
LC: Confesso que os 14 pontos de vantagem davam-me alguma segurança, mas ao mesmo tempo os mesmos 14 pontos pareciam poucos! Ou seja, tinha de terminar a prova dentro dos 5 primeiros caso o José Leite vencesse e sabia que bastava um erro meu, uma falha mecânica ou mesmo um incidente com outro piloto para deitar tudo a perder e só respirei fundo quando vi a bandeirada de xadrez e seguia na segunda posição.
TSR: Qual foi o momento de ouro deste COV 2008?
LC: O momento de ouro foi o reconhecimento que tivemos como equipa durante o campeonato, que acaba por não ser apenas um momento de ouro, mas sim uma época de ouro para toda a equipa.
TSR: Quais os objectivos futuros para a sua carreira de piloto?

LC: Quero chegar o mais longe possível como piloto. Sei que é difícil conseguir apoios e tentar uma internacionalização, mas vou continuar a trabalhar para que possa um dia concretizar este objectivo.
TSR: O que mais gosta no COV?
LC: O que mais gosto é sobretudo a força de vontade dos pilotos, organizadores e patrocinadores a levarem a bom rumo esta modalidade reconhecida em todo o mundo como uma modalidade de espectáculo.
TSR: O que faz falta ao COV?
LC: Faz falta sobretudo mais divulgação por parte dos média. Era importante garantir transmissões televisivas em directo das principais provas como já se faz no desporto automóvel com os wtcc. Só assim é possível melhorar a qualidade do COV e dar o respectivo retorno aos patrocinadores.
TSR, 2008-10-13
 
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